sábado, 23 de março de 2013

A carta cuspida ou... o prato frio!

Que a saudade bata e você volte um dia, meu amor,
arrependido.
Pedindo de volta a vida doce que lhes foi oferecida,
o rabo entre as pernas e o choro contido, o coração derretido.

Mas, antes disso, quero que demore muito de ser visto
Que encontre alguém à sua altura
e que esse alguém meta:
Lágrimas de vidro em seus olhos fitos
beijos frios em seus lábios,
gozos falsos em seus ouvidos.

Para que quando você volte,
finalmente tenha entendido,
que até os persistentes precisam ser vistos.

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