domingo, 22 de dezembro de 2013

Poema para o dia seguinte

Foi mais ou menos assim: eu acordei você ainda estava em mim. Não há nada que explique, nada que justifique tamanha displicência. Eu já havia saído daí, já havia dormido e, quando acordei, você ainda estava em mim.
Remexi-me entre os lençóis e coloquei-me a buscar remédio para tal problema. Nada me parecia plausível ou lógico, remexi-me mais um pouco, quando, finalmente, me ocorreu: Que tal escrever um poema?
E assim começam os irremediáveis dias para os quais só nos resta um poema...

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