Há qualquer coisa pior que ver uma bolinha verde ao lado do seu nome: Te ver do outro lado, exatamente na frente, e ter que dividir o olhar entre toda a roda, como se não houvesse uma pulsão de te olhar sem parar; fingindo que não há uma porção de coisas para dizer ao pé do ouvido ou uma porção de poemas a fazer com as mãos, feito carinho.
É como saudade, só que pior.
É como paixão, só que proibida!
É como saudade, só que pior.
É como paixão, só que proibida!
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